THIAGO ARAUJO é... o Palhaço Pindaíba!

Quem vos fala neste sítio virtual é Thiago Araujo, o Palhaço Pindaíba,
contando como a vida me fez palhaço e o que, então, eu passei a fazer da vida.
Atravessei os sete mares. Itália, Alemanha, Malta... quase sete...
cruzei o Brasil de Porto Alegre a São Luís do Maranhão, Góias, Corumbá, Belo Horizonte...
Conheça o espetáculo solo "Manual de Sobrevivência na Grande Cidade"
e toda trajetória de atuação cômica deste paspalho.

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quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Intrvenções Quase Espetaculares - Agenda Aliança Terceira Margem




eis que por entre barracos surgem estes incólumes guerriantes do riso, espera aí, temos uma palhaça, mui honrosa e com seu nariz vermelho brilhante, a palhaça Biju, ou seria Bijou. Nem sei mais, fato é que esta Intervenção é mais uma daquelas que vão alimentar sonhos que sismam por pulular os imaginários quase totalmente mediatizados. Sim amigos e amigas porque este é nosso trabalho, acessar o inconsciente coletivo presencialmente, ali oh, cara à cara, na bucha. E assim afirmo esta presença palhaçal, de rochedo miranda de santa maria, bota rolha no poço que o rio dos amores é caudaloso e sisma por transbordar. Evoé palhaços e palhaças que as horas passem lentamente como o quelonio e voces aproveitem cada minuto desta vida de graça e liberdade!

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Pindaíba - A jóia do Povo

Escondida entre escombros de seres automatos, sucubos de sua propria iniciativa e de seus rituais de prazer se esconde uma sensibilidade comica tonitruante, capaz de abalar os alicerces dos edificios mais solidos, preemente de se libertar numa risada incontida, muitas vezes oprimida, que quando deflora apresenta a personalidade que se afirma por tras da mascara, homens, mulheres, buriladores de sua necessidade basica imediata, relegados e relegando seu riso a momentos raros, que so mesmo o palhaço pode captar, chegou, chegou, chegou a hora, do riso florescer na boca desdentada, na face borrada, na cabeça embaralhada do sabio e ignorante trabalhador da grande cidade.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Release Oficina de Bufões

Bufões e Sátiros – rastros oníricos dos rituais dramáticos mitológicos
Por Thiago Araújo

Atividade teórico-prática de adaptação e recriação de técnicas corporais histriônicas a partir do cruzamento de imagens da mitologia pré-cristã e da alta idade média( François Rabelais) às descrições e estudos do período pré-colonial (1500-1530) onde se dão os primeiros exercícios de domínio e fusão das imagens oníricas indígenas as significações católicas impostas a este imaginário cosmogonico, principalmente quando se trata da censura aos fenômenos de possessão ( sonhar acordado). A proposta é reconstruir traços e arquétipos do teatro cômico burlesco enquanto ritual dramático a partir do estudo de situações relacionadas ao processo de degredo das concepções cosmogonicas indígenas, principalmente no que se refere a interferência corporal recriada neste processo, enfocando aspectos de inversão, resistência e transgressão observados nesta transição do significado dos sonhos, enquanto estratégia de colonização do corpo e do inconsciente .

Tópicos

Panorama do período pré-colonial ( 1500 –1530) – política pública de colonização dos sonhos
Traços e rastros dos rituais dramáticos ditirâmbicos, deuses menores da Grécia antiga e outras personificações antropomorfas
Subversão e resistência no teatro e na literatura popular na alta idade média
Vivencia de projeção e recriação do ambiente onírico – distinção entre possessão e catarse
Vivencia de manipulação dos sentidos físicos com base na técnica corporal dos bufões
Vivencia de construção do personagem com base na colonização do sonho satírico

Carga Horária: 24hs

Bibliografia

Campbell, Joseph . O poder dos mitos
Bataille, George. A parte maldita
Bakthin, Mikhail. Cultura Popular na Idade Média
Vainfas, Ronaldo. Heresia dos Índios
Auge, Marc. Guerra dos sonhos
Deleuze& Guatarri. Esquizofrenia e Capitalismo
Viveiros de Castro, Eduardo. O mármore e a murta , Pespectivismo ameríndio
Baeta Neves , Luiz Felipe. Os soldados de Cristo na Terra dos Papagaios
Eliade, Mircea. Ferreiros e alquimistas
Foucault, Michael. Historia da loucura na Idade Média
Barba, Eugenio. Dicionário Antropológico do Teatro
Brook, Peter. Ponto de Mutação
Cohen, Renato. A performance enquanto linguagem
Danielou, Philipe. Shivaismo Donisismo

Outras indicações a serem revistas:
Mitologia Ilustrada - Deuses menores da Grécia antiga
Manual da Inquisição
A sombra de Dionísio
Historia da Psiquiatria no Brasil

podas frequentes, raízes produndas, assim vive o palhaço de rua na grande cidade...

No dia de hoje, onde os tocos e cotocos estao cortados cada vez mais rentes ao chão, as raízes precisam ser profundas e resistentes porque tem pranta que numa simples poda podem perder o viço e a vontade de crescer. No meu caso, podem me cortar a vontade, que eu vou continuar resistindo, lancando raízes cada vez mais produndas, teimosamente se alastrando feito erva daninha em casa abandonada, esta é a vida do genuino sobrevivente, resistir as intemperies e acabar se adaptando aos alicerces e concretos desta grande e quadrada cidade... Viver na grande cidade, pode ser tão belo e agradável, mesmo cercado por este polifônico coro de buzinas, motores e vendedores... Bem vindos ao Manual de Sobreviência na Grande Cidade, onde expressar um sentido artistico genuino virou quase uma estrategia de guerrilha urbana.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

cartoons - Veja bem... eu sei que você me entende, a vida não é moleza, mas vale mesmo a pena, agora, vamos ver se a gente deixa de tanta ostentação.