Relato – Oficina de Teatro de Rua na I Semana de Arte de Urucânia/MG
26 a 30 de março
Esta oficina ocorreu nas dependências do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil PETI/Urucânia, contando com a participação de alunos e professores deste mesmo projeto.
No decorrer destes quatro dias de atividade, desenvolvemos uma abordagem especifica para este grupo – atuar e se divertir em grupo, fortalecer vínculos e explorar a memória como janela para o futuro. Essa idéia surgiu porque algumas participantes em reflexão questionaram a importância de se lembrar e refletir sobre experiências traumáticas vividas.
A técnica física utilizada fundamenta-se em três princípios básicos de Teatro de Rua a saber, ocupação do espaço cênico, interatividade e disponibilidade ao jogo, adaptação livre de dinâmicas propostas da Universidade Livre do Teatro de Rua, - Instituto Tá Na Rua /RJ veiculadas a questionamentos oferecidos pelo Teatro do Oprimido, como “ quem atua” “ quando se atua” , “o que realiza quando atua”, “a força da expressão” como antídoto ao trauma e estímulo ao protagonismo cultural.
Construímos desta forma um contrato de trabalho com os envolvidos, baseado na disponibilidade, na diversão, na não comparação com o outro e na solidariedade. Propusemos e conduzimos dinâmicas e jogos dramáticos, rítmicos, corporais e interpretativos, que estimularam a canalização e a desinibição da energia corporal e dos sentidos, projeção de movimentos, ocupação cênica do espaço, tempo e ritmo variado no desenvolvimento de ações, dança pessoal com uso de figurinos, dinâmicas coletivas de fortalecimento da coesão e harmonia física do grupo e instinto de sobrevivência.
Um aspecto desta oficina que deve ser colocado é relacionado ao nome dado a mesma quando se tornou explicito nos jogos o reflexo da trajetória de vida dos participantes, pessoas que em sua maioria haviam sofrido algum trauma em suas vidas, originários de classes subalternas, discriminados, estigmatizados e segregados na cidade ( uma cidade de 6.000 habitantes onde ocorrem tiroteios e abuso sexual infantil) com uma forte necessidade de afeto e aceitação. O que nos inspirou a intitula-la como “ Tribo de Atuadores de Urucânia” , foram as vivências de potencialização do instinto de sobrevivência e proteção do fazer artístico ( desinibição e estímulo a fruição criativa ) realizadas pelo grupo nos dias de atividade e o forte desejo( curiosidade e autodeterminação sobretudoi) de reificação da memória de um povo, habitante de uma terra totalmente degradada, explicitamente influenciados pela sazonalidade da ocupação na colheita da cana e na suinocultura, memória velada no próprio nome da cidade, “ terra de urucum” .
Vsilumbramos como uma Tribo de Atuadores o acúmulo de inferências e reflexões que associam a capacidade de se divertir com uma necessidade instríseca de se aceitar e de se expor independentemente de estigmas sociais, fortalecer uma perspectiva de compartilhamento artístico onde a todo momento desvelou-se e exprimiu-se a necessidade de o grupo se manter coeso para garantir sua própria sobrevivência.
Desta forma os jogos dramáticos foram sendo adaptados a uma concepção de vivencia comunal , onde os atuadores se sentiam protegidos pelos colegas que faziam a vez como espectadores, analisando e aprendendo com a observação, acrescentando e gerando este ambiente de confiança , diversão e desinibição continuas.
Todos os dias a condição do ser humano, abandonado e traumatizado era discutida, a necessidade de autodeterminação e auto estima como fator preponderante a consecução de objetivos por parte das pessoas que já teriam vivido ou viviam a condição de discriminação. Questões seriíssimas foram levantadas e discutidas pelo grupo, como a condição de alienação e ignorância dos pais quanto a necessidade de diversão e arte na vida das famílias, a necessidade de sonhos e perspectivas como libertação de uma realidade aprisionadora e a falta de afeto como conseqüência de uma rotina de trabalho desgastante ou pela própria falta de perspectiva gerada pela desocupação.
Associamos portanto ao final das contas, noções relativas ao desenvolvimento e canalização do impulso corporal à capacidade de sobrevivência e auto aceitação, fundamentadas nas realidades e condições traumaticas diversas que impedem e negam a diversão aos individuos.
Como conclusão, retomamos o roteiro criado durante o período, que marcou profundamente o público e os próprios envolvidos, como pudemos perceber nos desdobramentos gerados, a guisa da continuidade dos trabalhos com a Tribo de Atuadores de Urucânia( ver casta da coordenadora do PETI/Urucânia.
Ao final realizamos uma apresentação composta por um cortejo, onde os participantes dançavam e carregavam araras de figurinos pelas ruas, como expressão da força e disponibilidade da Tribo de Atuadores e uma roda de atuação , onde ao atores dançarinos representavam os personagens narrados de maneira diacrônica, sem uma linearidade no tempo e sem uma continuidade quanto ao pertencimento dos personagens a um ou outro ator, de forma que produzimos um roteiro que cruzava memórias, persongens da tv, colegas de infância e mesmo um desfecho onde revela-se o papel da arte na vida de um povo e sua relação como valorização da cultura e da memória, reproduzido abaixo:
Roteiro narrativo Tribo de Atuadores de Urucânia
Poema de abertura com música da Tribo ao fundo :
Memória, quem não conhece a própria história
É escravo do esquecimento
Tudo o que o seu olho vê
Tudo que sua boca come
O que você veste
E consome
Este é você
Quem é você?
Eu sou o que a vida faz de mim,
Eu sou o que faço da vida
Memória,
Quem não conhece a própria história
É escravo do esquecimento.
Trata-se da história de um velho da praça
que passa os dias a se lembrar
dos seus brinquedos de infância
de sua surpresa ao conhecer a tv e o
automóvel
mal sabe o velho que muito antes
que suas lembranças possam alcançar
os portugueses chegavam ao Brasil.
Enquanto isso Silvio santos distribui dinheiro
meninas dançam o crew ,
novas escravas do Brasil,
mal sabiam que os escravos
vieram em porões de navios
acorrentados e chicoteados,
mas a ditadura mostrou que o povo
não tem nada que ver com a política
o povo, vê novela em suas casas
e o pouco assunto que tem vira
silêncio,
só se escuta a voz
do repórter do jornal nacional,
veja o novo vestido da grazi amansafera,
não se preocupem, a violência é só um detalhe , porque o grande cantor latino americano estréia seu novo filme que promete emocionar.
Enquanto isso
cinco crianças que fugiram da roça
vão para a cidade grande
admirar as luzes e lâmpadas coloridas
e comer restos de lixo de restaurantes
e o nosso bom e saudoso velho sentado na praça recorda do Silvio Santos distribuindo dinheiro
e de um tal de Zé Prequete
tira bicho de pé pra tomar com café
que vivia pensando matutando
e que um dia, sem que nem porque
de dentro de sua caraminhola,
do fundo bem do fundo do seu peito
tira uma decisão, vou sair pelo mundo afora tocando meu violão, enquanto isso um velho amigo de escola
afoga suas magoas na cachaça
e repete sem parar,
mais vale uma garrafa
de cachaça na mão
do pé de cana do que um pé de cana na mão da garrafa.
Um escravo fugido tenta explicar pro feitor que ele também é negro e escravo
Zé Prequete anda solto pelo mundo
passa frio e passa fome, estrepa o pé
toca e canta a dor e a delícia de ser o que é , Zé Prequete tira bicho de pé pra tomar com café, ri e chora do destino
vê os chineses do outro lado do mundo,
as tribos da África o recebem num ritual tribal. No Rio de Janeiro
vê uma baleia tomando coca cola
e até uma formiga amiga de um camelô
Zé Prequete canta as dores de um mendigo que voltando pra casa após uma noitada daquelas e encontra com Silvio Santos que distribui dinheiro, peraí Silvio, este é o meu sonho, sai pra lá urubu! O mendingo voltando da noitada vê a imagem da mulher amada, mas quem disse que uma mulher bonita e formosa quer coisa com mendigo?
Era só mais um sonho de quem só pode sonhar quando tem alguma coisa pra tomar, mas não é que o nosso mendigo subindo a ladeira vê um castelo, uma grande mansão. Na janela ele enxerga sua amada donzela, e resolve como na sua juventude fazer uma serenata as três da manhã. Mas na janela quem estava era o grande e furioso barão que chama dois policiais armados até os dentes . Como na rua sempre é o mendigo quem começa a confusão ... no meio da capoeira o tal vagabundo leva um tiro nos peito e num último suspiro, numa poça de sangue e imaginação ele vê a mulher amada voando numa nuvem cor de rosa, pelo menos morto ele pode sonhar em paz.
E o velho sentado na praça... ele é o próprio Zé Prequete, grande violeiro que hoje sabe, na memória mora seu valor e na arte mora o seu coração.
“ O meu teatro quando sai a rua, noite de lua mais parece um beija flor, eu tenho valor, eu tenho memória, meu peito chora meu coração sente dor.”
sábado, 12 de julho de 2008
to chegando, to partindo...
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Release do Espetaculo Manula de Sobrevivencia na Grande Cidade
Palhaço Pindaíba em: Manual de Sobrevivência na Grande Cidade
Ficha técnica
Concepção e atuação: Thiago Araújo
Duração: 40 min aproximadamente
Descrição: performance solo de palhaço em espaços alternativos e logradouros públicos
Release
Na grande cidade o palhaço Pindaíba dá dicas de como sobreviver e se virar em meio a buzinas, motores e vendedores, sobre como fazer um pouco de cada coisa ao mesmo tempo e ter sucesso na profissão. Contudo Pindaíba ainda se sente só e ao abrir um álbum de família reascendem memórias do passado e resolve partir de volta a sua terra natal. Num misto de gag’s e pantomimas, Pindaíba trás reflexões sobre a luta pela sobrevivência e a solidão nas grandes cidades. Imperdível.
Thiago Araújo, palhaço desde 2000, antropólogo e ativista cultural, participou do Espetáculo “Intervenções Quase Espetaculares” no Teatro Terceira Margem, de projetos como “Roda de Palhaços”, “Roda Mundo” e “Agenda Terceira Margem”, Montou o nascimento de Pindaíba ou o Palhaço Pindaíba vem,vem,vem... e recentemente com o espetáculo “Manual de sobrevivência na grande cidade” apresentou-se na XV sessão do teatro eurasiano na Itália, sempre conservando a ocupação de espaços públicos como premissa.
Ficha técnica
Concepção e atuação: Thiago Araújo
Duração: 40 min aproximadamente
Descrição: performance solo de palhaço em espaços alternativos e logradouros públicos
Release
Na grande cidade o palhaço Pindaíba dá dicas de como sobreviver e se virar em meio a buzinas, motores e vendedores, sobre como fazer um pouco de cada coisa ao mesmo tempo e ter sucesso na profissão. Contudo Pindaíba ainda se sente só e ao abrir um álbum de família reascendem memórias do passado e resolve partir de volta a sua terra natal. Num misto de gag’s e pantomimas, Pindaíba trás reflexões sobre a luta pela sobrevivência e a solidão nas grandes cidades. Imperdível.
Thiago Araújo, palhaço desde 2000, antropólogo e ativista cultural, participou do Espetáculo “Intervenções Quase Espetaculares” no Teatro Terceira Margem, de projetos como “Roda de Palhaços”, “Roda Mundo” e “Agenda Terceira Margem”, Montou o nascimento de Pindaíba ou o Palhaço Pindaíba vem,vem,vem... e recentemente com o espetáculo “Manual de sobrevivência na grande cidade” apresentou-se na XV sessão do teatro eurasiano na Itália, sempre conservando a ocupação de espaços públicos como premissa.
Umas reflexoes que tenho compartilhado nas oficinas de Teatro de Rua
Fragmentos – tribo de atuadores
Teatro se descobre no próprio corpo, é energia para se ativar impulsos de expressividade e criação de movimentos – ação. É poder de se comunicar .
Existem estilos, técnicas e linguagens diversas que exigem experiência e conhecimento especifico, mas que não passam de caminhos por onde o ator pode se desenvolver.
É necessário oferecer-se com disponibilidade para se descobrir, interagir e jogar.
Não comparar o próprio desempenho com o de outro, observa-lo com atenção, refletir, mas nunca se comparar. Cada um é o que é e chega onde tem condições de chegar, querer ser o outro é pura ilusão.
Ocupar o espaço, projetar-se no movimento do corpo, dilatar o corpo e os sentidos, interagir com os parceiros e com o publico. São elementos básicos de um estado de presença que ultrapassa a dramaturgia da cena proposta. A dramaturgia alcança projeção na medida que se integra e reflete a performance do corpo do ator, que atesta a energia com que se faz presente. Expandir, alargar, dilatar, soltar, esticar, liberar, fluir , abrir são termos que definem o ato de permitir que um impulso físico se converta em expressão, imagem e ação.
Ocupar, firmar, equilibrar, em conjunto com os termos já citados designam também o ato de transformar e ocupar o espaço cênico, tanto com a inserção de signos físicos, arquitetonicos, cenográficos, quanto signos simbólicos, movimento, gesto, ação, olhar, delimitar o espaço com o próprio corpo.
Alguns dinâmicas e jogos que trazem referências de ocupação de espaço cênico, interatividade e disponibilidade corporal
Posições em que o corpo tremula nas articulações;
Torção da coluna
Movimentos básicos de abrir e fechar braços e pernas atentos a respiração
Com o balão , dançar em pares sem deixar cair, senti-lo na pele, enche-lo até estourar, prensa-lo no corpo do parceiro;
Dilatar articulações, massageá-las, arejá-las, senti-las como conjunto;
Deitados e sentados no solo, perceber o volume do tronco, buscar referencia na base do quadril;
Dançar livremente de acordo com os ritmos que o pout pourri musical propõem, trocar os figurinos de acordo com o que o repertório musical traz a cada ritmo;
Realizar ações repetitivas em velocidades alternadas ;
Gato e rato com olhos vendados tendo os outros atores como muro de proteção ;
Identificar comportamentos arquetipicos, transfigura-los em objetos e a medida que usar o objeto contrair tais comportamentos;
Jogos em dupla, espelho alternado, o que gosta e o que não gosta, ação e reação, conduzir o parceiro de olhos vendados;
Batalha de bandos com sons rítmicos;
Comunicação com o olhar a distância;
Representar quem é, onde está, o que faz;
Hiperbole e exageração de ações e sentidos;
Outras...
Teatro se descobre no próprio corpo, é energia para se ativar impulsos de expressividade e criação de movimentos – ação. É poder de se comunicar .
Existem estilos, técnicas e linguagens diversas que exigem experiência e conhecimento especifico, mas que não passam de caminhos por onde o ator pode se desenvolver.
É necessário oferecer-se com disponibilidade para se descobrir, interagir e jogar.
Não comparar o próprio desempenho com o de outro, observa-lo com atenção, refletir, mas nunca se comparar. Cada um é o que é e chega onde tem condições de chegar, querer ser o outro é pura ilusão.
Ocupar o espaço, projetar-se no movimento do corpo, dilatar o corpo e os sentidos, interagir com os parceiros e com o publico. São elementos básicos de um estado de presença que ultrapassa a dramaturgia da cena proposta. A dramaturgia alcança projeção na medida que se integra e reflete a performance do corpo do ator, que atesta a energia com que se faz presente. Expandir, alargar, dilatar, soltar, esticar, liberar, fluir , abrir são termos que definem o ato de permitir que um impulso físico se converta em expressão, imagem e ação.
Ocupar, firmar, equilibrar, em conjunto com os termos já citados designam também o ato de transformar e ocupar o espaço cênico, tanto com a inserção de signos físicos, arquitetonicos, cenográficos, quanto signos simbólicos, movimento, gesto, ação, olhar, delimitar o espaço com o próprio corpo.
Alguns dinâmicas e jogos que trazem referências de ocupação de espaço cênico, interatividade e disponibilidade corporal
Posições em que o corpo tremula nas articulações;
Torção da coluna
Movimentos básicos de abrir e fechar braços e pernas atentos a respiração
Com o balão , dançar em pares sem deixar cair, senti-lo na pele, enche-lo até estourar, prensa-lo no corpo do parceiro;
Dilatar articulações, massageá-las, arejá-las, senti-las como conjunto;
Deitados e sentados no solo, perceber o volume do tronco, buscar referencia na base do quadril;
Dançar livremente de acordo com os ritmos que o pout pourri musical propõem, trocar os figurinos de acordo com o que o repertório musical traz a cada ritmo;
Realizar ações repetitivas em velocidades alternadas ;
Gato e rato com olhos vendados tendo os outros atores como muro de proteção ;
Identificar comportamentos arquetipicos, transfigura-los em objetos e a medida que usar o objeto contrair tais comportamentos;
Jogos em dupla, espelho alternado, o que gosta e o que não gosta, ação e reação, conduzir o parceiro de olhos vendados;
Batalha de bandos com sons rítmicos;
Comunicação com o olhar a distância;
Representar quem é, onde está, o que faz;
Hiperbole e exageração de ações e sentidos;
Outras...
Oficina que sera minsitrada no sindicato dos teceloes no Bonfim em meados da segunda quinzena de julho
Proposta de Oficina de Teatro de Iniciação ao Palhaço
Por Thiago Araújo – Palhaço Pindaíba
“ Dádiva e Performance na Arte de Palhaços”
1.0 Descrição : Dinâmicas e jogos dramáticos de sensibilidade e técnica física de cenas de palhaço
2.0 Fundamentos : Dilatação de sentidos , descoberta do ridículo/risivel, IAS( Intenção, Ação e Surpresa), relação desejo e poder – escadas cômicas, graus do sentido, reações clássicas branco/augusto( interrupção acelerada, estranhamento, susto, surpresa, raiva, medo e coerção.
3.0 Algumas dinâmicas e jogos dramáticos desenvolvidos:
- Individuais: performance de entrada, dádiva de entrada, instinto de sobrevivência, verbo performático, encher balão até estourar
- Em duplas : ação e reação, espelhamento alternado, inversão de poder, estranhamento e reconhecimento, fila de espera,vendedor e cliente, dança com balão, triangulação com bola
- Cascatas, quedas e tapas
- Jogos coletivos : proteção do bando, mentalizar condução , torcidas para jogadores , dança pessoal, dilatação do corpo(xpa e xa), ocupação do espaço, equilíbrio precário, exageração do próprio movimento físico, imitar o colega em exageração.
- Montagem de cenas em duplas, trios, individuais e coletivas
- Estudo e observação de filmes
- Dicas sobre composição de figurinos e experimentação de maquiagem
Por Thiago Araújo – Palhaço Pindaíba
“ Dádiva e Performance na Arte de Palhaços”
1.0 Descrição : Dinâmicas e jogos dramáticos de sensibilidade e técnica física de cenas de palhaço
2.0 Fundamentos : Dilatação de sentidos , descoberta do ridículo/risivel, IAS( Intenção, Ação e Surpresa), relação desejo e poder – escadas cômicas, graus do sentido, reações clássicas branco/augusto( interrupção acelerada, estranhamento, susto, surpresa, raiva, medo e coerção.
3.0 Algumas dinâmicas e jogos dramáticos desenvolvidos:
- Individuais: performance de entrada, dádiva de entrada, instinto de sobrevivência, verbo performático, encher balão até estourar
- Em duplas : ação e reação, espelhamento alternado, inversão de poder, estranhamento e reconhecimento, fila de espera,vendedor e cliente, dança com balão, triangulação com bola
- Cascatas, quedas e tapas
- Jogos coletivos : proteção do bando, mentalizar condução , torcidas para jogadores , dança pessoal, dilatação do corpo(xpa e xa), ocupação do espaço, equilíbrio precário, exageração do próprio movimento físico, imitar o colega em exageração.
- Montagem de cenas em duplas, trios, individuais e coletivas
- Estudo e observação de filmes
- Dicas sobre composição de figurinos e experimentação de maquiagem
Eu mudo, o palhaço muda.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
segue a nova fase do Pindaiba Barbeca ou sera Careca
a ultima mensagem que deixei nao foi muito animadora nao é mesmo? bem isso foi o reflexo de um processo de transformacao da vida da gente, da minha alias, acho que a criacao, a arte, tem haver com isso, com mudança, nao sei quem me falou e eu assinei, só é arte se transformar, no mais, é reprodutibilidade técnica , e vive adorno! mas falando deste processo, eu resolvi trabalhar careca e de barba, um figurino novo e uma ligeira barriguinha, entao nesse periodo eu retomo mesmo os dois textos do pindaiba, o nascimento de píndaiba e manual de sobrevivencia, estudando o baden baden pra fazer numa ideia que eu e o vinicius moreira estamos bolando, mas num processo mais lento ainda que é Sarue e Serere, comecei a conversar com a Carol que mora no mofuce uma cena do texto esperando godot, estou curtindo em banho maria tambem a ideia do mestrado de antropologia da dadiva do palhaço, vou pedir Lea Perez antropologa que me orientou em minha monografia de Antropologia do Baile Sertanejo mas ja vou pensando nisso, da performance e da dadiva, em antropologia isso fala de movimentos e acoes de socializacao e de geracao de vinculo social, troca de favores, de atencoes, presentes.
Estive recentemente ministrando oficinas de cenografia num projeto de artes integradas em escolas do bairro das industrias, de Beagá, projeto Circulando, com o Circo Teatro Olho da Rua, Uma oficina muito especial em Urucania, minas mesmo, de Teatro de Rua , A Miguilim assessoria cultural que me levou pra la e a coisa rendeu, as apresentacoes estao sendo experiencias marcantes... pra esse mes junino, fizemos uma adaptacao livre dos folguedos e altos de Boi e nao é que Urucania tinha um boizinho esquecido, entao eu reconheci o mestre Ziza em publico e fiz uma entrevista com ele, pro jornalzinho da cidade, foi bom porque a gente mostra nas cenas, com a força dos atuadores, ah esqueci de falar, o grupo se chama Tribo de Atuadores, mostra nas cenas a consciencia diante de algumas coisas como memoria, auto-determinacao, afeto, falammos inclusive desta libertacao que é o corpo traumatizado recuperar sua autonomia e expontaneidade de diversao e atuaçao e eu tenho usado essa presença que o Lico do Ta na Rua( tive numa oficina com ele na Agenda Terceira Margem) e o Jaco do circo Teatro Olho da Rua fazem que é a direção misturada com a narração em cena, eu circulo pelo meio dos atores, volto a cena, peço pra congelar, paro a cena e chamo os atores para falar em particular, peço que cada hora um faça aquele mesmo personagem... ta um processo bem bacana. Bem agora me despeço e anuncio : Eu vou reestreiar o Manual de Sobrevivencia na Grande Cidade na semana Interplanetaria do Palhaço em Setembro, aguarde noticias !
Estive recentemente ministrando oficinas de cenografia num projeto de artes integradas em escolas do bairro das industrias, de Beagá, projeto Circulando, com o Circo Teatro Olho da Rua, Uma oficina muito especial em Urucania, minas mesmo, de Teatro de Rua , A Miguilim assessoria cultural que me levou pra la e a coisa rendeu, as apresentacoes estao sendo experiencias marcantes... pra esse mes junino, fizemos uma adaptacao livre dos folguedos e altos de Boi e nao é que Urucania tinha um boizinho esquecido, entao eu reconheci o mestre Ziza em publico e fiz uma entrevista com ele, pro jornalzinho da cidade, foi bom porque a gente mostra nas cenas, com a força dos atuadores, ah esqueci de falar, o grupo se chama Tribo de Atuadores, mostra nas cenas a consciencia diante de algumas coisas como memoria, auto-determinacao, afeto, falammos inclusive desta libertacao que é o corpo traumatizado recuperar sua autonomia e expontaneidade de diversao e atuaçao e eu tenho usado essa presença que o Lico do Ta na Rua( tive numa oficina com ele na Agenda Terceira Margem) e o Jaco do circo Teatro Olho da Rua fazem que é a direção misturada com a narração em cena, eu circulo pelo meio dos atores, volto a cena, peço pra congelar, paro a cena e chamo os atores para falar em particular, peço que cada hora um faça aquele mesmo personagem... ta um processo bem bacana. Bem agora me despeço e anuncio : Eu vou reestreiar o Manual de Sobrevivencia na Grande Cidade na semana Interplanetaria do Palhaço em Setembro, aguarde noticias !
quarta-feira, 16 de abril de 2008
dadiva e performance na arte de palhaços
ola público virtual, finalmente estou com um olhar mais apurado nesta pesquisa dita academica e vislumbrei este objeto dissertativo, iluminar a luz dos conceitos de performance em cultura e em arte cenica e a luz do conceito de dadiva, antropologia da dadiva a produção de imagens e sentido construida na cena do palhaço. Tenho uma atenção especial por estes conceitos, porque defendo esta pesquisa como uma questao de sobrevivencia, talvez eu ja nem me atenha tanto a me enquadrar enquanto categoria profissional, nao tenho mais essa necessidade, me afirmar pelo meu trabalho, carreira brilhante coisa e tal, sinto mesmo necessidade de afirmar um modo de ser e fazer, de estar de lutar, um jeito próprio de ver a cultura, que é muito mais minha que do outro, na verdade eu sou os outros em mim, eu mesmo nao sou por mim, sou pela cultura, pelo que vejo sinto e cheiro, portanto a semiotica do palhaço trata desta relação que a gente estabelece com o publico na roda de doar, receber e retribuir ( dadiva) sendo que este fenomeno dramaturgico acontece a partir do improviso de um repertorio e de um meta teatro( sera que isso existe) onde eu reajo a reação do publico e assim construimos juntos o sentido, ou atribuimos juntos o sentido ao ato engendrado no corpo do palhaço, portanto isso é tão natural quanto milagroso, tao instintivo quanto intelectivo. Pois sim.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Pindaiba , o Homem de Java
instinto de sobrevivencia, graça, precisao, verdade, generosidade.
Este final de semana marcio libar esteve conosco pela agenda terceira margem, numa oficina , a partir da tecnica do messie ( como se escreve em frances mesmo?) que fez o favor de quebrar os mais duroes, rachou o legado do machao latino como ele mesmo diz, abriu janelas nos coracoes para expor frustracoes e mostrar o bebê que cada um é. Na verdade eu ja tinha participado duma dessas com o claudenio em Sao luis co maranhao em 98, fazia muito tempo e naquela epoca eu nem tinha tanta clareza do que eu queria mesmo no campo das artes. Mas agora, eu fiz um favor pra mim mesmo e pra quem mais assisitir o palhaço pindaiba daqui pra frente e essa dadiva voces so vao conhecer vendo ao vivo, porque eu nao vou contar num ambiente virtual. nao vou mesmo. Espero voces na proxima apresentacao.
Este final de semana marcio libar esteve conosco pela agenda terceira margem, numa oficina , a partir da tecnica do messie ( como se escreve em frances mesmo?) que fez o favor de quebrar os mais duroes, rachou o legado do machao latino como ele mesmo diz, abriu janelas nos coracoes para expor frustracoes e mostrar o bebê que cada um é. Na verdade eu ja tinha participado duma dessas com o claudenio em Sao luis co maranhao em 98, fazia muito tempo e naquela epoca eu nem tinha tanta clareza do que eu queria mesmo no campo das artes. Mas agora, eu fiz um favor pra mim mesmo e pra quem mais assisitir o palhaço pindaiba daqui pra frente e essa dadiva voces so vao conhecer vendo ao vivo, porque eu nao vou contar num ambiente virtual. nao vou mesmo. Espero voces na proxima apresentacao.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
tava meio lerdo, má tô por aí


como posso querer ganhar um biscoito se nao publico nada e nem divulgo o blog pra ninguem, estou com o manula de sobrevivencia, agora desenvolvendo um projeto de mestrado oscilando entre dois objetos na performance e politica, um sobre intervencoes cenicas marginais urbanas , outro sobre coletivos artisticos na cidade, ainda nao sei, vou fazer uma ofcina com luiz carlos vasconcelos no ecum e tambem pretendo estar no forum, agora estou no projeto resgatando raizes em comunidades quilombolas no interior do estado, muita emocao, muito afeto, mas povo sofre uma necessidade basica massacrante, estou retomando as atividades em bh agenda terceira margem, vamos comecar a discutir tambem a roda de palhacos e a semana interplanetaria este ano, preciso estar mais n achacara da arte por que tambem la é um lugar incrivel pra eu desenvolver minhas pesquisas, alias, estarei na semana de arte de urucania com uma oficina de teatro de ruamas sao so tres dias, o que podemos fazermais em tres dias, alem de nos divertir! o problema que eu nao imprimi o cartao que o diogo alegria fez pra mim ate hoje . eita moleza !
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
domingo, 16 de dezembro de 2007
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Pindaiba e Nanica em Berlim





algumas imagens do Pindaiba e da Nanica no grande teatro do Theatral Mite em Berlim, um improviso coroado de trapalhadas e sobretudo de carinho do publico e da equipe que nao estavam acostumados com este caos tao preciso. Beijos a nanica que cortou a juba e me pediu uma peruca com os dreads, estou tentando hein nanica, mas é muito cabelo guria!
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
credito das imagens anteriores
Ei pessoal, nao posso deixar de falar que estas fotos das intervencoes quase espetaculares, da postagem anterior sao do Daniel Protzner, sensivel e dedicado fotografo que nos capturou com sua camera no morro do papagaio, ou seria na barragem santa lucia, obrigado amigo, voce nao sabe como estas imagens congeladas se tornam fluidas em nossa imaginação
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Intrvenções Quase Espetaculares - Agenda Aliança Terceira Margem



eis que por entre barracos surgem estes incólumes guerriantes do riso, espera aí, temos uma palhaça, mui honrosa e com seu nariz vermelho brilhante, a palhaça Biju, ou seria Bijou. Nem sei mais, fato é que esta Intervenção é mais uma daquelas que vão alimentar sonhos que sismam por pulular os imaginários quase totalmente mediatizados. Sim amigos e amigas porque este é nosso trabalho, acessar o inconsciente coletivo presencialmente, ali oh, cara à cara, na bucha. E assim afirmo esta presença palhaçal, de rochedo miranda de santa maria, bota rolha no poço que o rio dos amores é caudaloso e sisma por transbordar. Evoé palhaços e palhaças que as horas passem lentamente como o quelonio e voces aproveitem cada minuto desta vida de graça e liberdade!
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Pindaíba - A jóia do Povo
Escondida entre escombros de seres automatos, sucubos de sua propria iniciativa e de seus rituais de prazer se esconde uma sensibilidade comica tonitruante, capaz de abalar os alicerces dos edificios mais solidos, preemente de se libertar numa risada incontida, muitas vezes oprimida, que quando deflora apresenta a personalidade que se afirma por tras da mascara, homens, mulheres, buriladores de sua necessidade basica imediata, relegados e relegando seu riso a momentos raros, que so mesmo o palhaço pode captar, chegou, chegou, chegou a hora, do riso florescer na boca desdentada, na face borrada, na cabeça embaralhada do sabio e ignorante trabalhador da grande cidade.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Release Oficina de Bufões
Bufões e Sátiros – rastros oníricos dos rituais dramáticos mitológicos
Por Thiago Araújo
Atividade teórico-prática de adaptação e recriação de técnicas corporais histriônicas a partir do cruzamento de imagens da mitologia pré-cristã e da alta idade média( François Rabelais) às descrições e estudos do período pré-colonial (1500-1530) onde se dão os primeiros exercícios de domínio e fusão das imagens oníricas indígenas as significações católicas impostas a este imaginário cosmogonico, principalmente quando se trata da censura aos fenômenos de possessão ( sonhar acordado). A proposta é reconstruir traços e arquétipos do teatro cômico burlesco enquanto ritual dramático a partir do estudo de situações relacionadas ao processo de degredo das concepções cosmogonicas indígenas, principalmente no que se refere a interferência corporal recriada neste processo, enfocando aspectos de inversão, resistência e transgressão observados nesta transição do significado dos sonhos, enquanto estratégia de colonização do corpo e do inconsciente .
Tópicos
Panorama do período pré-colonial ( 1500 –1530) – política pública de colonização dos sonhos
Traços e rastros dos rituais dramáticos ditirâmbicos, deuses menores da Grécia antiga e outras personificações antropomorfas
Subversão e resistência no teatro e na literatura popular na alta idade média
Vivencia de projeção e recriação do ambiente onírico – distinção entre possessão e catarse
Vivencia de manipulação dos sentidos físicos com base na técnica corporal dos bufões
Vivencia de construção do personagem com base na colonização do sonho satírico
Carga Horária: 24hs
Bibliografia
Campbell, Joseph . O poder dos mitos
Bataille, George. A parte maldita
Bakthin, Mikhail. Cultura Popular na Idade Média
Vainfas, Ronaldo. Heresia dos Índios
Auge, Marc. Guerra dos sonhos
Deleuze& Guatarri. Esquizofrenia e Capitalismo
Viveiros de Castro, Eduardo. O mármore e a murta , Pespectivismo ameríndio
Baeta Neves , Luiz Felipe. Os soldados de Cristo na Terra dos Papagaios
Eliade, Mircea. Ferreiros e alquimistas
Foucault, Michael. Historia da loucura na Idade Média
Barba, Eugenio. Dicionário Antropológico do Teatro
Brook, Peter. Ponto de Mutação
Cohen, Renato. A performance enquanto linguagem
Danielou, Philipe. Shivaismo Donisismo
Outras indicações a serem revistas:
Mitologia Ilustrada - Deuses menores da Grécia antiga
Manual da Inquisição
A sombra de Dionísio
Historia da Psiquiatria no Brasil
Por Thiago Araújo
Atividade teórico-prática de adaptação e recriação de técnicas corporais histriônicas a partir do cruzamento de imagens da mitologia pré-cristã e da alta idade média( François Rabelais) às descrições e estudos do período pré-colonial (1500-1530) onde se dão os primeiros exercícios de domínio e fusão das imagens oníricas indígenas as significações católicas impostas a este imaginário cosmogonico, principalmente quando se trata da censura aos fenômenos de possessão ( sonhar acordado). A proposta é reconstruir traços e arquétipos do teatro cômico burlesco enquanto ritual dramático a partir do estudo de situações relacionadas ao processo de degredo das concepções cosmogonicas indígenas, principalmente no que se refere a interferência corporal recriada neste processo, enfocando aspectos de inversão, resistência e transgressão observados nesta transição do significado dos sonhos, enquanto estratégia de colonização do corpo e do inconsciente .
Tópicos
Panorama do período pré-colonial ( 1500 –1530) – política pública de colonização dos sonhos
Traços e rastros dos rituais dramáticos ditirâmbicos, deuses menores da Grécia antiga e outras personificações antropomorfas
Subversão e resistência no teatro e na literatura popular na alta idade média
Vivencia de projeção e recriação do ambiente onírico – distinção entre possessão e catarse
Vivencia de manipulação dos sentidos físicos com base na técnica corporal dos bufões
Vivencia de construção do personagem com base na colonização do sonho satírico
Carga Horária: 24hs
Bibliografia
Campbell, Joseph . O poder dos mitos
Bataille, George. A parte maldita
Bakthin, Mikhail. Cultura Popular na Idade Média
Vainfas, Ronaldo. Heresia dos Índios
Auge, Marc. Guerra dos sonhos
Deleuze& Guatarri. Esquizofrenia e Capitalismo
Viveiros de Castro, Eduardo. O mármore e a murta , Pespectivismo ameríndio
Baeta Neves , Luiz Felipe. Os soldados de Cristo na Terra dos Papagaios
Eliade, Mircea. Ferreiros e alquimistas
Foucault, Michael. Historia da loucura na Idade Média
Barba, Eugenio. Dicionário Antropológico do Teatro
Brook, Peter. Ponto de Mutação
Cohen, Renato. A performance enquanto linguagem
Danielou, Philipe. Shivaismo Donisismo
Outras indicações a serem revistas:
Mitologia Ilustrada - Deuses menores da Grécia antiga
Manual da Inquisição
A sombra de Dionísio
Historia da Psiquiatria no Brasil
podas frequentes, raízes produndas, assim vive o palhaço de rua na grande cidade...
No dia de hoje, onde os tocos e cotocos estao cortados cada vez mais rentes ao chão, as raízes precisam ser profundas e resistentes porque tem pranta que numa simples poda podem perder o viço e a vontade de crescer. No meu caso, podem me cortar a vontade, que eu vou continuar resistindo, lancando raízes cada vez mais produndas, teimosamente se alastrando feito erva daninha em casa abandonada, esta é a vida do genuino sobrevivente, resistir as intemperies e acabar se adaptando aos alicerces e concretos desta grande e quadrada cidade... Viver na grande cidade, pode ser tão belo e agradável, mesmo cercado por este polifônico coro de buzinas, motores e vendedores... Bem vindos ao Manual de Sobreviência na Grande Cidade, onde expressar um sentido artistico genuino virou quase uma estrategia de guerrilha urbana.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Currículo Completo
THIAGO ARAUJO
Ator, antropólogo e palhaço
Brasileiro – 07/03/1979
Rua Pastor Abreu 66 - Planalto
CEP 31720-550 - Belo Horizonte/MG
55 (31) 34941529 – 87061688
palhacopindaiba@hotmail.com
www.palhacopindaiba.blogspot.com
DRT nº 7102
RESUMO DE QUALIFICAÇÕES
*Graduado em Ciências Sociais pela UFMG, com ênfase em Antropologia
*Ator e palhaço desde 2000, brincante e ativista cultural – traz em sua trajetória a condução do Laboratório Brasil Bufão; participação do elenco do espetáculo “Intervenções Quase Espetaculares” no Teatro Terceira Margem, dos projetos “Roda de Palhaços”, “Roda Mundo” e “Agenda Terceira Margem”; a montagem de “O nascimento de Pindaíba ou o Palhaço Pindaíba vem, vem, vem...”.
*Em 2007, pelo intercâmbio Línea Transversale (rede de teatrantes de diversos países com sede na Itália), apresentou-se com o espetáculo “Manual de sobrevivência na grande cidade” em Festivais Internacionais.
*Sempre conservando a ocupação de logradouros públicos como premissa, faz de sua experiência com as intervenções de rua um material de pesquisa – motivo pelo qual figura em festivais e encontros de palhaçaria como provocador convidado para mesas redondas e debates.
*Como pesquisador do teatro e do cômico, esteve com artistas e mestres nacionais e estrangeiros como: Richard Riguetti (Off-Sina/RJ), Licko Turle (Instituto Tá na Rua/RJ), Norberto Presta (Itália), Márcio Libar (Mundo ao Contrário/RJ), Adelvane Néia (Humatriz/Campinas), Zé Regino (Celeiro das Antas/DF), Tortel Poltrona (Circ Cric/Espanha), Eugênio Barba (Odin Teatret/Dinamarca), Julia Varley (Odin Teatret/Dinamarca), Claudio Lacamera (Teatro Proskenion/Itália), Angel Viana (Universidade Angel Vianna de Dança/RJ), Paco Pacolmo e Toni Pocotauto (Pacolmo Teatro/Espanha), dentre outros.
*É colaborador do Coletivo de Palhaços - que há 5 anos promove em Belo Horizonte a Semana Interplanetária de Palhaços, e colaborador da Rede de Teatro de Rua de Minas Gerais – onde recentemente atuou como articulador entre essa e a Funarte/MG, na realização do Projeto Funarte em Cena, Teatro de Rua/2009.
*Produtor e diretor do grupo Família Cabeça de Vento, do qual faz parte, em “Cadê o Zezim da Pipoca” - um espetáculo cênico musical que resgata brincadeiras e cantigas populares.
FORMAÇÃO ACADÊMICA
*Bacharelado em Ciências Sociais - Universidade Federal de Minas Gerais - 1998 a 2007
FORMAÇÃO ARTÍSTICA
*Conscientização do Movimento e Jogos Corporais em Angel Vianna - Angel Vianna (Circuito Funarte de Capacitação – 2009)
*Oficina de Aprofundamento: Técnicas de Clown “Palhaço, o ainda mais difícil da emoção” - Paco Pacolmo e Toni Pocotauto (Festival Internacional de Palhaços: Palhaçadas em Geral – 2008)
*Oficina de Aprofundamento: “O Palhaço Brasileiro” - Richard Riguetti (4ª Semana Interplanetária de Palhaços - 2008)
*Oficina de Aprofundamento: “O Clown e suas poéticas” - Adelvane Néia (4ª Semana Interplanetária de Palhaços - 2008)
*Oficina de Palhaço - Tortel Poltrona (Festival Mundial de Circo do Brasil – 2008)
*Oficina “A Nobre Arte do Palhaço” - Marcio Libar e Fabrício Dornelles - 2008
*Do riso à Lagrima - Ana Luisa Cardoso - 2006
*O Movimento Cênico: Autonomia do Ator - Norberto Presta - 2006
*VI Encontro Internacional de Teatro -Línea Transversale - 2006
*Oficina de Palhaços - Cícero Silva - 2004
*Confecção de Percussão com Recicláveis - Rodrigo Sanches - 2003
*Curso de Pandeiro - Lingüinha - 2003
*Seminário: O corpo como Mídia - Festival Internacional de Dança - 2003
*Confecção de Cuíca - Mestre Liu - 2002
*Curso de Percussão Enxadário - Babilak Bah - 2002
*Mascaras Cazumbá - Mestre Abel - 2001
*Teatro de Bonecos - Anderson Dias (ATEBEMG – 1999)
ATUAÇÃO PROFISSIONAL
*Projeto Funarte em Cena: Teatro de Rua - Colaboração pela Rede de Teatro de Rua de Belo Horizonte
junto à Funarte/MG durante a produção do evento, mediação de mesa de debate, apresentação de número solo na Ação Coletiva e apresentação da Família Cabeça de Vento com o espetáculo “Cadê o Zezim da Pipoca” (2009)
*Semana da Conciliação do TJMG 2008 - Intervenções Cênicas Públicas (Cícero Silva - 2008)
*“Intervenções quase Espetaculares” - Apresentações em eventos, festivais e projetos sociais (Aliança Terceira Margem, 2005-2008)
*Projeto Roda de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica (Aliança Terceira Margem e Lei Estadual de Incentivo à Cultura - 2008)
*4ª Semana Interplanetária de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica e apresentação do espetáculo “Manual de Sobrevivência na Grande Cidade” (Coletivo de Palhaços - 2008)
*Festival Internacional Palhaçadas em Geral - Mediação Mesas Redondas e Apresentação do espetáculo “Manual de Sobrevivência na Grande Cidade” (Teatro Andante - 2008)
*1º Festival Internacional de Palhaços de Mariana - Apresentação do Cabaré, Participação e Cenografia da Intervenção de Rua “Coletivo de Palhaços” (Circovolante - 2008)
*Projeto Roda de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica (Aliança Terceira Margem e Lei Estadual de Incentivo à Cultura - 2007)
*Projeto Roda Mundo, Aliança Terceira Margem e Línea Transversale - Apresentação do espetáculo “Manual de Sobrevivência na Grande Cidade”, participação no Samba Clown e nos Festivais Internacionais: Marsciano (Úmbria/Itália), L’aquila (Abruzzo/Italia), XV Sessão do Teatro Eurasiano, (Régio Calábria/Itália), Teatraus Mithe (Berlim/Alemanha), 16º Festival de Samba (Coburg/Alemanha), Summer Festival (Ilha de Malta) - 2007
*Oficina de “Iniciação ao Palhaço” - Mininstrante - Centro Cultural UFMG - 2007
*3ª Semana Interplanetária de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica (Coletivo de Palhaços - 2007)
*2ª Semana Interplanetária de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica (Coletivo de Palhaços - 2006)
*Festival de Férias Linguagens Urbanas - Ministrante - Oficina Vivência Clown (Contagem - 2006)
*Festival de Inverno de Congonhas - Ministrante - Oficina Vivência Palhaçal (2005)
*1ª Semana Interplanetária de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica (Coletivo de Palhaços - 2005)
*Aniversário Benjamim de Oliveira - (Aliança Terceira Margem - 2004)
*Comemoração dia Internacional do Palhaço - (Aliança Terceira Margem - 2004)
PUBLICAÇÕES NA MÍDIA VIRTUAL
www.palhacopindaiba.blogspot.com
www.coletivodepalhacos.com/user/10
www.palhacadasemgeral.blogspot.com
www.fca.pucminas.br/coreu/producao/jn-cultural/arquivos/palhacos/index.htm
www.otempo.com.br/otempocontagem/noticias/?IdNoticia=1401
www.ufmg.br/online/arquivos/006790.shtml
www.dzai.com.br/pessoacomunicacao/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=19732
www.agendabh.com.br/eventos_detalhes.php?CodEve=1564
www.metrobh.gov.br/cbtu/v2/final/principal/quarta/2007fevereiro.htm
www.nefelibatadeatalaia.blogspot.com/
www.espacovivamais.com.br/noticias/mostrar/982
www.guiaentradafranca.com.br/agendaG.php?idUrl=2499
www.folhadecontagem.com.br/site/modules.php?name=News&file=article&sid=5350
www.bhcvb.com.br/novidades/novidades01.php?id=56
www.contagem.mg.gov.br/noticia.php?idmateria=2911
www.ufjf.br/dircom/2008/11/21/21-de-novembro
www.hojeemdia.com.br/v2/busca/index.php?sessao=30&data_edicao_anterior=2008-01-26
www.otempo.com.br/jornalpampulha/noticias/?IdEdicao=116&IdCanal=9&IdSubCanal=&IdNoticia=3655&IdTipoNoticia=1
www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/12/05/ficha_teatro/id_sessao=11&id_noticia=5600/ficha_ teatro.shtml
Ator, antropólogo e palhaço
Brasileiro – 07/03/1979
Rua Pastor Abreu 66 - Planalto
CEP 31720-550 - Belo Horizonte/MG
55 (31) 34941529 – 87061688
palhacopindaiba@hotmail.com
www.palhacopindaiba.blogspot.com
DRT nº 7102
RESUMO DE QUALIFICAÇÕES
*Graduado em Ciências Sociais pela UFMG, com ênfase em Antropologia
*Ator e palhaço desde 2000, brincante e ativista cultural – traz em sua trajetória a condução do Laboratório Brasil Bufão; participação do elenco do espetáculo “Intervenções Quase Espetaculares” no Teatro Terceira Margem, dos projetos “Roda de Palhaços”, “Roda Mundo” e “Agenda Terceira Margem”; a montagem de “O nascimento de Pindaíba ou o Palhaço Pindaíba vem, vem, vem...”.
*Em 2007, pelo intercâmbio Línea Transversale (rede de teatrantes de diversos países com sede na Itália), apresentou-se com o espetáculo “Manual de sobrevivência na grande cidade” em Festivais Internacionais.
*Sempre conservando a ocupação de logradouros públicos como premissa, faz de sua experiência com as intervenções de rua um material de pesquisa – motivo pelo qual figura em festivais e encontros de palhaçaria como provocador convidado para mesas redondas e debates.
*Como pesquisador do teatro e do cômico, esteve com artistas e mestres nacionais e estrangeiros como: Richard Riguetti (Off-Sina/RJ), Licko Turle (Instituto Tá na Rua/RJ), Norberto Presta (Itália), Márcio Libar (Mundo ao Contrário/RJ), Adelvane Néia (Humatriz/Campinas), Zé Regino (Celeiro das Antas/DF), Tortel Poltrona (Circ Cric/Espanha), Eugênio Barba (Odin Teatret/Dinamarca), Julia Varley (Odin Teatret/Dinamarca), Claudio Lacamera (Teatro Proskenion/Itália), Angel Viana (Universidade Angel Vianna de Dança/RJ), Paco Pacolmo e Toni Pocotauto (Pacolmo Teatro/Espanha), dentre outros.
*É colaborador do Coletivo de Palhaços - que há 5 anos promove em Belo Horizonte a Semana Interplanetária de Palhaços, e colaborador da Rede de Teatro de Rua de Minas Gerais – onde recentemente atuou como articulador entre essa e a Funarte/MG, na realização do Projeto Funarte em Cena, Teatro de Rua/2009.
*Produtor e diretor do grupo Família Cabeça de Vento, do qual faz parte, em “Cadê o Zezim da Pipoca” - um espetáculo cênico musical que resgata brincadeiras e cantigas populares.
FORMAÇÃO ACADÊMICA
*Bacharelado em Ciências Sociais - Universidade Federal de Minas Gerais - 1998 a 2007
FORMAÇÃO ARTÍSTICA
*Conscientização do Movimento e Jogos Corporais em Angel Vianna - Angel Vianna (Circuito Funarte de Capacitação – 2009)
*Oficina de Aprofundamento: Técnicas de Clown “Palhaço, o ainda mais difícil da emoção” - Paco Pacolmo e Toni Pocotauto (Festival Internacional de Palhaços: Palhaçadas em Geral – 2008)
*Oficina de Aprofundamento: “O Palhaço Brasileiro” - Richard Riguetti (4ª Semana Interplanetária de Palhaços - 2008)
*Oficina de Aprofundamento: “O Clown e suas poéticas” - Adelvane Néia (4ª Semana Interplanetária de Palhaços - 2008)
*Oficina de Palhaço - Tortel Poltrona (Festival Mundial de Circo do Brasil – 2008)
*Oficina “A Nobre Arte do Palhaço” - Marcio Libar e Fabrício Dornelles - 2008
*Do riso à Lagrima - Ana Luisa Cardoso - 2006
*O Movimento Cênico: Autonomia do Ator - Norberto Presta - 2006
*VI Encontro Internacional de Teatro -Línea Transversale - 2006
*Oficina de Palhaços - Cícero Silva - 2004
*Confecção de Percussão com Recicláveis - Rodrigo Sanches - 2003
*Curso de Pandeiro - Lingüinha - 2003
*Seminário: O corpo como Mídia - Festival Internacional de Dança - 2003
*Confecção de Cuíca - Mestre Liu - 2002
*Curso de Percussão Enxadário - Babilak Bah - 2002
*Mascaras Cazumbá - Mestre Abel - 2001
*Teatro de Bonecos - Anderson Dias (ATEBEMG – 1999)
ATUAÇÃO PROFISSIONAL
*Projeto Funarte em Cena: Teatro de Rua - Colaboração pela Rede de Teatro de Rua de Belo Horizonte
junto à Funarte/MG durante a produção do evento, mediação de mesa de debate, apresentação de número solo na Ação Coletiva e apresentação da Família Cabeça de Vento com o espetáculo “Cadê o Zezim da Pipoca” (2009)
*Semana da Conciliação do TJMG 2008 - Intervenções Cênicas Públicas (Cícero Silva - 2008)
*“Intervenções quase Espetaculares” - Apresentações em eventos, festivais e projetos sociais (Aliança Terceira Margem, 2005-2008)
*Projeto Roda de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica (Aliança Terceira Margem e Lei Estadual de Incentivo à Cultura - 2008)
*4ª Semana Interplanetária de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica e apresentação do espetáculo “Manual de Sobrevivência na Grande Cidade” (Coletivo de Palhaços - 2008)
*Festival Internacional Palhaçadas em Geral - Mediação Mesas Redondas e Apresentação do espetáculo “Manual de Sobrevivência na Grande Cidade” (Teatro Andante - 2008)
*1º Festival Internacional de Palhaços de Mariana - Apresentação do Cabaré, Participação e Cenografia da Intervenção de Rua “Coletivo de Palhaços” (Circovolante - 2008)
*Projeto Roda de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica (Aliança Terceira Margem e Lei Estadual de Incentivo à Cultura - 2007)
*Projeto Roda Mundo, Aliança Terceira Margem e Línea Transversale - Apresentação do espetáculo “Manual de Sobrevivência na Grande Cidade”, participação no Samba Clown e nos Festivais Internacionais: Marsciano (Úmbria/Itália), L’aquila (Abruzzo/Italia), XV Sessão do Teatro Eurasiano, (Régio Calábria/Itália), Teatraus Mithe (Berlim/Alemanha), 16º Festival de Samba (Coburg/Alemanha), Summer Festival (Ilha de Malta) - 2007
*Oficina de “Iniciação ao Palhaço” - Mininstrante - Centro Cultural UFMG - 2007
*3ª Semana Interplanetária de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica (Coletivo de Palhaços - 2007)
*2ª Semana Interplanetária de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica (Coletivo de Palhaços - 2006)
*Festival de Férias Linguagens Urbanas - Ministrante - Oficina Vivência Clown (Contagem - 2006)
*Festival de Inverno de Congonhas - Ministrante - Oficina Vivência Palhaçal (2005)
*1ª Semana Interplanetária de Palhaços - Núcleo de Coord. Técnica (Coletivo de Palhaços - 2005)
*Aniversário Benjamim de Oliveira - (Aliança Terceira Margem - 2004)
*Comemoração dia Internacional do Palhaço - (Aliança Terceira Margem - 2004)
PUBLICAÇÕES NA MÍDIA VIRTUAL
www.palhacopindaiba.blogspot.com
www.coletivodepalhacos.com/user/10
www.palhacadasemgeral.blogspot.com
www.fca.pucminas.br/coreu/producao/jn-cultural/arquivos/palhacos/index.htm
www.otempo.com.br/otempocontagem/noticias/?IdNoticia=1401
www.ufmg.br/online/arquivos/006790.shtml
www.dzai.com.br/pessoacomunicacao/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=19732
www.agendabh.com.br/eventos_detalhes.php?CodEve=1564
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www.espacovivamais.com.br/noticias/mostrar/982
www.guiaentradafranca.com.br/agendaG.php?idUrl=2499
www.folhadecontagem.com.br/site/modules.php?name=News&file=article&sid=5350
www.bhcvb.com.br/novidades/novidades01.php?id=56
www.contagem.mg.gov.br/noticia.php?idmateria=2911
www.ufjf.br/dircom/2008/11/21/21-de-novembro
www.hojeemdia.com.br/v2/busca/index.php?sessao=30&data_edicao_anterior=2008-01-26
www.otempo.com.br/jornalpampulha/noticias/?IdEdicao=116&IdCanal=9&IdSubCanal=&IdNoticia=3655&IdTipoNoticia=1
www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_11/2008/12/05/ficha_teatro/id_sessao=11&id_noticia=5600/ficha_ teatro.shtml
Currículo Resumido
Graduado em Ciências Sociais pela UFMG, com ênfase em Antropologia, ator e palhaço desde 2000, brincante e ativista cultural – traz em sua trajetória a condução do Laboratório Brasil Bufão; participação do elenco do espetáculo “Intervenções Quase Espetaculares” no Teatro Terceira Margem, dos projetos “Roda de Palhaços”, “Roda Mundo” e “Agenda Terceira Margem”; a montagem de “O nascimento de Pindaíba ou o Palhaço Pindaíba vem, vem, vem...”.
Em 2007, pelo intercâmbio Línea Transversale (rede de teatrantes de diversos países com sede na Itália), apresentou-se com o espetáculo “Manual de sobrevivência na grande cidade”, nos Festivais Internacionais Marsciano (Úmbria/Itália), L’aquila (Abruzzo/Italia), XV Sessão do Teatro Eurasiano (Régio Calábria/Itália), no Teatraus Mithe (Berlim/Alemanha), no 16º Festival de Samba (Coburg/Alemanha), no Summer Festival (Ilha de Malta).
Sempre conservando a ocupação de logradouros públicos como premissa, faz de sua experiência com as intervenções de rua um material de pesquisa – motivo pelo qual figura em festivais e encontros de palhaçaria como provocador convidado para mesas redondas e debates. Como pesquisador do teatro e do cômico, esteve com artistas e mestres nacionais e estrangeiros como: Richard Riguetti (Off-Sina/RJ), Licko Turle (Instituto Tá na Rua/RJ), Norberto Presta (Itália), Márcio Libar (Mundo ao Contrário/RJ), Adelvane Néia (Humatriz/Campinas), Zé Regino (Celeiro das Antas/DF), Tortel Poltrona (Circ Cric/Espanha), Eugênio Barba (Odin Teatret/Dinamarca), Julia Varley (Odin Teatret/Dinamarca), Claudio Lacamera (Teatro Proskenion/Itália), Angel Viana (Universidade Angel Vianna de Dança/RJ), Paco Pacolmo e Toni Pocotauto (Pacolmo Teatro/Espanha), dentre outros.
Colaborador do Coletivo de Palhaços – que há 5 anos promove em Belo Horizonte a Semana Interplanetária de Palhaços.
Colaborador da Rede de Teatro de Rua de Minas Gerais – onde recentemente atuou como articulador entre essa e a Funarte/MG, na realização do Projeto Funarte em Cena, Teatro de Rua/2009.
Produtor e diretor do grupo Família Cabeça de Vento, do qual faz parte, em “Cadê o Zezim da Pipoca” - um espetáculo cênico musical que resgata brincadeiras e cantigas populares.
Em 2007, pelo intercâmbio Línea Transversale (rede de teatrantes de diversos países com sede na Itália), apresentou-se com o espetáculo “Manual de sobrevivência na grande cidade”, nos Festivais Internacionais Marsciano (Úmbria/Itália), L’aquila (Abruzzo/Italia), XV Sessão do Teatro Eurasiano (Régio Calábria/Itália), no Teatraus Mithe (Berlim/Alemanha), no 16º Festival de Samba (Coburg/Alemanha), no Summer Festival (Ilha de Malta).
Sempre conservando a ocupação de logradouros públicos como premissa, faz de sua experiência com as intervenções de rua um material de pesquisa – motivo pelo qual figura em festivais e encontros de palhaçaria como provocador convidado para mesas redondas e debates. Como pesquisador do teatro e do cômico, esteve com artistas e mestres nacionais e estrangeiros como: Richard Riguetti (Off-Sina/RJ), Licko Turle (Instituto Tá na Rua/RJ), Norberto Presta (Itália), Márcio Libar (Mundo ao Contrário/RJ), Adelvane Néia (Humatriz/Campinas), Zé Regino (Celeiro das Antas/DF), Tortel Poltrona (Circ Cric/Espanha), Eugênio Barba (Odin Teatret/Dinamarca), Julia Varley (Odin Teatret/Dinamarca), Claudio Lacamera (Teatro Proskenion/Itália), Angel Viana (Universidade Angel Vianna de Dança/RJ), Paco Pacolmo e Toni Pocotauto (Pacolmo Teatro/Espanha), dentre outros.
Colaborador do Coletivo de Palhaços – que há 5 anos promove em Belo Horizonte a Semana Interplanetária de Palhaços.
Colaborador da Rede de Teatro de Rua de Minas Gerais – onde recentemente atuou como articulador entre essa e a Funarte/MG, na realização do Projeto Funarte em Cena, Teatro de Rua/2009.
Produtor e diretor do grupo Família Cabeça de Vento, do qual faz parte, em “Cadê o Zezim da Pipoca” - um espetáculo cênico musical que resgata brincadeiras e cantigas populares.
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